segunda-feira, 31 de março de 2014

DESVANECER


Minh’alma morre ao lembrar-te
e simplesmente definha ao esquecer-te...
Crueldade maior é a sombra desta Arte
que nem sequer encontra os versos certos a exilar-te.
 
Vivo da inconstância de querer-te,
sobrevivo da insistência em sonhar-te!
Que posso eu fazer para deste emaranhado descriar-te,

se em cada poro é por teu nome que adoeço?

Poema de Della Coelho

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